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  Tércio Gritsch, Valter Gritsch, Claudio L. Rigolino e Carlos C. Rigolino Jr.

O empresário e diretor do Sindiloc PR, Cláudio Rigolino, foi o indicado pela diretoria do Sindicato a receber o prêmio Guerreiro do Comércio. A honraria é uma realização da Fecomércio PR (Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do Paraná), que em sua 12ª edição homenageou 49 empresários. A cerimônia foi realizada no último 14 de julho, em Curitiba, e contou com um público de 1.200 pessoas, incluindo dirigentes de sindicatos filiados, de entidades do setor produtivo, amigos e familiares dos homenageados. Este foi o último ano em que o Sindiloc PR participou do evento da Fecomércio PR. A partir de 2018, o sindicato fará parte da base da Fenaloc (Federação Nacional das Locadoras).

Cláudio Rigolino possui 20 anos de experiência na administração do transporte de pessoas e bens, locação, reparação e comércio de veículos. É bacharel em Direito e pós-graduado em Direito e Processo do Trabalho. “Fico muito honrado em ser indicado pelo Sindiloc para receber o troféu Guerreiro do Comércio. Represento na minha empresa a terceira geração de empresários do setor de locação de veículos, aos quais dedico este prêmio e também compartilho com meus parceiros da diretoria do sindicato. O trabalho está longe do fim, o momento é de arregaçar as mangas e prosseguir nessa jornada com mais dedicação do que nunca”, comentou sobre a premiação.

Ele conta que, como várias, sua empresa precisou enfrentar diversas dificuldades no último ano, como: o aumento da carga tributária, da inadimplência de clientes, receio de fazer novos investimentos, dificuldade em fazer reserva financeira para capital de giro e manter os empregos dos funcionários.

A homenagem, portanto, é justificada pelo resultado das estratégias que adotou para conter os efeitos da crise, conforme comenta em analogia. “Passar por uma fase de crise é como conduzir um veículo em uma serra nebulosa. Não podemos e nem devemos parar no acostamento, pois a vida segue, mas é preciso ir com cautela, tirar o pé do acelerador com relação ao capital. Num cenário como este, a contenção de despesas tem sido a principal estratégia da nossa empresa para manter-se no mercado. Acredito que já estamos num cenário de recuperação da economia que não será rápida, mas tenho certeza de que será significante e consistente para nosso setor”, pontuou.

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